Aula 11 - Ética e deontologia na assessoria de imprensa (a verdade da mentira)
“A história das relações entre a política e o jornalismo, velha de muitos anos, não é feita de santos e pecadores nem de vencedores e vencidos.”
O jornalista encontra-se cada vez mais na mão das fontes. A verdade é que as fontes e não olham a meios para atingir os seus fins e convencem os jornalistas a ser o principal veiculo de transmissão das suas mensagens. A forma de persuadir o jornalista é basicamente através de boas campanhas de comunicação, corrupção e suborno.
A existência de fontes jornalísticas é fundamental para qualquer órgão de Comunicação Social, mas não deve o jornalista apenas ser o transmissor de uma mensagem ao público. O papel do jornalista é muito mais do que isto.
Os jornalistas estariam, assim, à mercê de políticos com o poder de aceder aos média para, através dos jornalistas, manipularem os cidadãos. Ora, se há manipulação feita por políticos é porque há jornalistas que consentem em deixarem-se manipular. Sabemos que, em muitos casos, os há mas talvez nem se possa dizer que se trata de manipulação, uma vez que é consentida, isto é, muitas vezes os jornalistas sabem que estão a passar “recados” que interessam a fontes que pretendem preservar.
O jornalista deve ir confirmar a veracidade das informações facultadas pelas fontes, nada é inocente e sem objectivos.
Os jornalistas procuram constantemente novas “estórias” e os líderes políticos são a sua fonte principal. Para saberem o que eles pensam e fazem, cultivam relações com os políticos. Por seu turno, os políticos necessitam dos media para fazerem chegar ao público as suas mensagens. Por isso, cultivam igualmente relações com os jornalistas: promovem briefings, garantem-lhes acesso a locais e a eventos oficiais e, por vezes, fornecem-lhes espaço de trabalho.
A produção de notícias é, assim, um processo de negociação e de renegociação constante, através do qual os reporteres identificam o tipo de pessoas que servirão como boas fontes de informação sobre os acontecimentos produzidos.
A maior parte das vezes o jornalista não faz correctamente o seu trabalho, deixa-se manipular e publica as informações, conforme as recebeu, o que faz com que elas não sejam da iniciativa do jornalista.
Para além de todas as questões ético-deontológicas, o jornalista deve não se deixar prender pelas fontes, e ter uma atitude crítica e independente face a todas as informações.
São as fontes que na maior parte das situações fornecem informações incompletas e empurram o jornalista para a falta de rigor e para a falta de ética.
O jornalista encontra-se cada vez mais na mão das fontes. A verdade é que as fontes e não olham a meios para atingir os seus fins e convencem os jornalistas a ser o principal veiculo de transmissão das suas mensagens. A forma de persuadir o jornalista é basicamente através de boas campanhas de comunicação, corrupção e suborno.
A existência de fontes jornalísticas é fundamental para qualquer órgão de Comunicação Social, mas não deve o jornalista apenas ser o transmissor de uma mensagem ao público. O papel do jornalista é muito mais do que isto.
Os jornalistas estariam, assim, à mercê de políticos com o poder de aceder aos média para, através dos jornalistas, manipularem os cidadãos. Ora, se há manipulação feita por políticos é porque há jornalistas que consentem em deixarem-se manipular. Sabemos que, em muitos casos, os há mas talvez nem se possa dizer que se trata de manipulação, uma vez que é consentida, isto é, muitas vezes os jornalistas sabem que estão a passar “recados” que interessam a fontes que pretendem preservar.
O jornalista deve ir confirmar a veracidade das informações facultadas pelas fontes, nada é inocente e sem objectivos.
Os jornalistas procuram constantemente novas “estórias” e os líderes políticos são a sua fonte principal. Para saberem o que eles pensam e fazem, cultivam relações com os políticos. Por seu turno, os políticos necessitam dos media para fazerem chegar ao público as suas mensagens. Por isso, cultivam igualmente relações com os jornalistas: promovem briefings, garantem-lhes acesso a locais e a eventos oficiais e, por vezes, fornecem-lhes espaço de trabalho.
A produção de notícias é, assim, um processo de negociação e de renegociação constante, através do qual os reporteres identificam o tipo de pessoas que servirão como boas fontes de informação sobre os acontecimentos produzidos.
A maior parte das vezes o jornalista não faz correctamente o seu trabalho, deixa-se manipular e publica as informações, conforme as recebeu, o que faz com que elas não sejam da iniciativa do jornalista.
Para além de todas as questões ético-deontológicas, o jornalista deve não se deixar prender pelas fontes, e ter uma atitude crítica e independente face a todas as informações.
São as fontes que na maior parte das situações fornecem informações incompletas e empurram o jornalista para a falta de rigor e para a falta de ética.


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